REGRAS:

O cinto pode ser a finalização perfeita de um look. Ele deve estar em harmonia com roupas e acessórios. Podemos misturar itens das mais diversas cores e materiais, desde que eles tenham pelo menos uma característica em comum. Ex.: METAL + METAL, COURO + COURO, CONTAS + CONTAS.
LARGOS:

Indicados para altas ou magras. As baixinhas devem evitar, pois cria a ilusão de corte na silhueta.
Se usado na cintura, fica bem com vestidos e saias, mas deixa a área em evidência. Neste caso, não é recomendado para quem tem seios grandes ou barriga saliente.

MÉDIOS:


Mais fáceis de usar, mais versáteis, indicados para as cheinhas. Truque: se for no mesmo tom da roupa ou mais escuro favorece. Use na cintura ou exatamente abaixo.
FINOS:

Ideal para quem tem poucas curvas, por marcar a cintura. Quem tem a cintura naturalmente bem delineada evite para não correr o risco de aumentar visualmente a região do quadril. Fica lindo com roupas que já são justas ou para destacar peças de cintura alta.

ELÁSTICO:


Marca bem a cintura. Ideal para modelar blusas e vestidos mais soltinhos.

CINTOS E VESTIDOS:

Desde que não crie volumes desnecessários ou destaque imperfeições, cintos usados sobre vestidos dão charme à peça. O cinto certo pode transformar um vestido.
CINTO E CINTURA ALTA:

As peças de cintura alta deixam a área da barriga mais evidente com cintos. Por isso, não são recomendados para quem tem volume na região, como seios grandes ou estômago alto.

COLORIDOS:


Os cintos coloridos são ideais para serem usados com uma peça única – como vestidos e macacões.
Neste caso, o cinto ‘corta’ a silhueta, criando a ilusão de duas peças.

AMARRAÇÕES:

Arrematar o cinto com um nó é um truque simples que dá um toque criativo e fashion ao modelo, assim como usá-lo com um laço ou passando a ponta do cinto por baixo dele mesmo. Experimente em vestidos e chemises, com cintos finos e maleáveis.




Esse post foi feito originalmente para o blog da nossa consultora de moda, Karol Stahr.
 


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